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Por que chegamos a este ponto?

Por que chegamos a este ponto? Que ponto? De acharmos normal o aborto, matarmos seres humanos dentro do ventre de suas mães. É difícil compreender que no mundo se valorize mais certas espécies de bichos do que pessoas em seu pleno desenvolvimento. Mas chegamos neste ponto desde quando? É fato que o aborto não começou a ser discutido do nada, é fruto de várias discussões e até mudanças de pensamentos que permeiam há tempos em nossa sociedade. Contudo estas mudanças que atravessamos há tempos vêm a cada dia enfraquecendo as famílias, transformando-as em algo sem importância, banal. Pensar no direito de abortar simplesmente pelo direito é querer banalizar o sexo, não assumir as conseqüências dos nossos atos, criando um povo irresponsável e mesquinho, fazendo com que algo tão maravilhoso que é a geração de filhos esteja em segundo plano.

A relação sexual existe para a procriação, para a formação de famílias, para uma doação de responsabilidade e amor e não para uma simples diversão. Ato sexual para os seres humanos está intrinsecamente ligado ao ser família, se separamos o sexo da família criamos um caos. Pois toda vez que mudamos a natureza das coisas sofremos as conseqüências desastrosas. Os bichos não têm família, por isso basta uma fêmea no sio para que haja um cruzamento, esta fêmea pode ser sua filha, sua mãe ou até sua irmã. Eles seguem somente seus instintos e desejos, eles não têm família. Ao contrário do ser humano se for seguir seu instinto, seus desejos, se entregando a qualquer um, acabará com a família.

E não se assuste, pois a sociedade tem caminhado neste sentido. Por isso vemos o aborto o fazer sexo com qualquer um, sem assumir a conseqüência, fora outras coisas que vem sendo legalizadas como na França que no mês passado deixou de proibir a pedofilia, ou seja, se um adulto quiser ter relação sexual com uma criança não é mais crime naquele país. Absurdo! Mas se não vigiarmos e formos abrindo portas, chegaremos ao caos nos tornando como bichos, sem famílias. Se as famílias acabarem, acaba também toda a estrutura de amor que precisamos e se assim for, nos autodestruiremos. Peçamos incessantemente ao Pai do Céu que tenha misericórdia de nós e nos livre de tantos males e que também nos dê coragem de lutarmos contra eles.

Eduardo Rivelly – Fundador da Comunidade Católica Missão Maria de Nazaré

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