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Missionário Valdo Junior prega sobre afetividade e sexualidade para os jovens do FEC

Na noite de ontem (23), o missionário Valdo Junior da Comunidade Missão Maria de Nazaré, esteve presente com os jovens do Grupo “Força em Cristo” da Igreja Nossa Senhora da Guia. Com a abordagem sobre afetividade e sexualidade, Valdo levou a todos a refletirem sobre o tema: “Criados para amar”. O ser humano, enquanto imagem de Deus foi criado para amar. Um amor livre, puro, verdadeiro, que respeita e edifica o outro.

Valdo levou para reflexão, a passagem bíblica de (Mateus 5,27), abordando também sobre CASTIDADE, aquilo que a Igreja nos pede na nossa vivência enquanto homem e mulher, a nossa postura em todos os ambientes e situações que estejamos. A castidade que influência desde o  jeito de vestir, e que deve ser vivida  não somente a dois, mais na vida de solteira, no momento em que espero pela pessoa amada.

O grupo de jovens do FEC, acontece toda terça-feira ás 20hs na Sala de batismo da Igreja Nossa Senhora da Guia.

 

Motivos para viver a castidade

 

Autoconhecimento
1. Quando há a vivência da castidade, a tendência é que o indivíduo tenha mais domínio de si, fruto de um adequado autoconhecimento. Assim, autoconhecimento gera mais autodomínio, ou seja, a pessoa tem menor probabilidade de ser vítima das suas emoções e tensões mal trabalhadas.

Respeito como ponto central das relações
2. O relacionamento entre pessoas do sexo oposto pode ser mais saudável e livre, sem desconfianças e constrangimentos. Na castidade, o homem consegue olhar para a mulher com mais nitidez, porque pratica a pureza; a mulher. O respeito aparece como ponto central nessas relações, e a amizade tende a ser mais profunda, honesta e descomplicada.

Valorizar de maneira adequada o corpo
3. O indivíduo casto aprendeu a valorizar de maneira adequada um grande presente que Deus deu a cada indivíduo: o seu corpo. Ele conhece suas potencialidades e limitações com mais propriedade, consegue direcionar-se de maneira mais centrada nas diversas situações da vida e reconhece que o seu corpo e o corpo do outro são sagrados, lindos, bons e devem ser tratados com a alta dignidade que merecem.

Pensamentos mais livres para o aprendizado
4. Sabemos que a opção pela castidade não é sempre fácil, rápida ou simples. Cada pessoa tem o seu próprio caminho para conquistar essa virtude. Porém, quando ela é capaz de viver a castidade adequadamente, depois de passados os períodos mais turbulentos dessa luta, seus pensamentos tendem a ficar mais livres para o aprendizado, para a criatividade, a apreciação do belo e a construção do novo;

Conhecer-se mais
5. Espiritualmente, a pessoa acaba estreitando mais o seu relacionamento com Deus, por reconhecer que, sozinha, irá até um determinado ponto. Quando se propõe a viver a castidade, como dito acima, a pessoa tende a conhecer-se mais e, com isso, consegue apresentar-se mais inteiramente diante de Deus, reconhecendo suas fraquezas e limitações para pedir auxílio àquele que tudo pode, que tudo vê e que deseja verdadeiramente ajudar seus filhos no caminho da plenitude.

Pessoas que optaram pela castidade tendem a ser mais leves
6. Se você for atento e honesto, saberá responder essa: já notou que a alegria das pessoas castas é diferente daquela alegria que mistura malícia, desrespeito e baixarias? Diferente do que muitos podem pensar, as pessoas que optaram pela castidade tendem a ser mais leves nos seus contatos sociais, alegram-se puramente com coisas simples do cotidiano, riem muito (muito mesmo) de coisas que não precisam envolver maldade; conquistam aquela alegria natural e espontânea, um pouco rara hoje em dia.

Saber que pode enfrentar e vencer outros desafios da vida
7. Por ter decidido viver a castidade, o indivíduo sabe que pode enfrentar e vencer outros desafios da vida, pois o esforço para ir numa direção contrária ao que a sociedade prega, o deixou mais consciente e fortificado em tudo que o compõe: pensamentos, sentimentos, reações físicas e biológicas, atitudes etc.

(Texto Formação Canção Nova – Motivos para viver a castidade: Milena Carbonari).

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