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Lucas Josemar participa de Fórum Técnico Estadual para a elaboração do Plano Estadual de Educação em 2016

No dia 15 de junho, quarta-feira, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte, começou a etapa final da elaboração do Plano Estadual de Educação (PEE) de Minas Gerais. A Missão Maria de Nazaré enviou o missionário Lucas Josemar, que foi eleito como delegado representante dos movimentos sociais pela sociedade civil de Divinópolis. Já no primeiro dia, houve o debate por várias horas do PEE, sempre observando a legitimidade e o direito da família em educar os filhos. Dentre as discussões, também foi debatida a ideologia que estimula a retirada desses diretos dos pais, previstos na constituição brasileira, em seu artigo 5º. Foram três dias com uma programação intensa de atividades.

Dia 16 de junho foi reservado aos Grupos de Trabalho. Lucas Josemar participou do Grupo 2 – INCLUSÃO EDUCACIONAL, DIVERSIDADE E EQUIDADE (Educação Especial; Educação de Jovens e Adultos; Alfabetização de Jovens e Adultos) que analisou as metas para jovens a adultos. Neste dia, somavam-se de 50 a 60 pessoas em favor da família e contra a Ideologia de Gênero. Ainda assim, em várias metas, perdeuse a votação para o grupo favorável a Ideologia de Gênero, com uma composição entre 70 a 85 pessoas. Mesmo em menor número, o Grupo em favor da família não deixou de apelar pelo direito à educação das crianças, apontando até para o risco da erotização e acesso a conteúdos inadequados para a educação infantil, conforme situações e casos ocorridos na realidade escolar brasileira. Houve intensas discussões e embates para se assegurar o direito dos pais em educar e orientar afetiva e sexualmente seus filhos. “Sou contra a qualquer tipo de preconceito, respeito todos os tipos de povos e diversidades, mas não posso deixar que retirassem o meu direito como pai de educar os meus filhos na fé e também de orientá-los em relação a sexualidade humana, conforme os princípios e a cultura de nossa família.” Lucas Josemar.

O Fórum Técnico Estadual de Educação finalizou, então, no dia 17 de junho, com a Plenária Final na ALMG, sendo votadas as metas de todos os Grupos de Trabalho:

  • Grupo 1 – ACESSO E UNIVERSALIZAÇÃO (Ed. Infantil; Alfabetização de Crianças; Ens. Fundamental; Ens. Médio)

  • Grupo 2 – INCLUSÃO EDUCACIONAL, DIVERSIDADE E EQUIDADE (Ed. Especial; Ed. de Jovens e Adultos; Alfabetização de Jovens e Adultos)

  • Grupo 3 – QUALIDADE DA EDUCAÇÃO BÁSICA (Ed. em Tempo Integral; Melhoria da Qualidade da Educação)

  • Grupo 4 – EDUCAÇÃO PROFISSIONAL (Ed. Jovens e Adultos integrada à Ed. Profissional; Ed. Profissional de Nível Técnico)

  • Grupo 5 – EDUCAÇÃO SUPERIOR (Acesso à Ed. Superior; Melhoria da qualidade da Ed. Superior; Acesso à pós-graduação)

  • Grupo 6 – FORMAÇÃO E VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO (Formação de Profissionais da Educação; Formação Profissional Continuada; Carreira)

  • Grupo 7 – GESTÃO DEMOCRÁTICA (Gestão Democrática e Participação Social na educação; parte normativa do Projeto de Lei)

  • Grupo 8 – ARTICULAÇÃO ENTRE OS SISTEMAS DE EDUCAÇÃO E FINANCIAMENTO (Financiamento)

Logo após o almoço, começou a votação das metas do Grupo 2, que perdurou várias horas, por serem muitas metas. Em todas as metas que continham temáticas contra os direitos dos pais e da família e a favor da Ideologia do Gênero foram expostos os pontos de vista dos representantes que defendiam a família e o direito aos valores cristãos. Uma pergunta que emerge ao observar essa realidade é: Se fosse perguntado para os cidadãos em suas famílias, o que diriam sobre isso? Será que a maioria da população está ciente ou tem sua posição e defesa manifesta nessas discussões?

Dessa forma, é evidente a importância da mobilização de todos, principalmente os cristãos, em defesa da família e seus direitos. É preciso conhecer melhor e participar mais da vida escolar, acompanhando os processos educacionais escolares em cada uma das cidades, tanto em Minas Gerais, como no Brasil. É preciso, agora, recorrer aos representantes políticos, deputados estaduais, e demais representações que possam colaborar com a fase de votação e aprovação do Plano Estadual de Educação, a fim de que as metas contrárias ao direito das famílias e favoráveis à ideologia de gênero apresentada possam ser apreciadas criteriosamente pela assembleia e, assim, sejam alteradas quaisquer propostas que atentem contra o direito dos pais e das famílias em exercerem o seu papel social.

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