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Projeto Família Acolhedora

 

PERÍODO DE PREPARAÇÃO PARA O ACOLHIMENTO

O primeiro passo para se tornar uma Família Acolhedora é entrar em contato com a equipe de serviço via e-mail ou telefone, para compreender os critérios adotados para a realização do acolhimento. Os contatos são (37) 3212-8557, ramal 207 ou (37)98822-6656 e [email protected]

Após os interessados participam de capacitação, entrevistas, recebem visitas domiciliares e é realizada uma avaliação técnica dos documentos que são apresentados após a solicitação dos técnicos.

Todo o processo de preparação conta com psicólogo e assistente social que compõem a equipe técnica do Serviço. Sempre são trabalhados temas como o apego e o desapego, tanto nas visitas domiciliares como nos atendimentos individual onde buscam muito dialogo e acompanhamento para que todas as expectativas geradas sejam condizentes com a realidade.

 

BENEFÍCIOS PARA AS CRIANÇAS E ADOLESCENTES 

Entre os benefícios do acolhimento familiar, está a garantia dos direitos das crianças e adolescentes, principalmente de convivência e dos cuidados individualizados da criança ou adolescente que atravessa a etapa de afastamento de sua família de origem.

Em pesquisa realizada e intitulada Projeto de Intervenção Precoce de Bucareste (PIPB) que teve início em 2001 e foi o primeiro estudo na área da assistência social que focou nos efeitos de diferentes formas de acolhimento na vida de crianças foi realizado um estudo aprofundado de diferentes dimensões do desenvolvimento humano, tais como o desenvolvimento físico, linguagem, funcionamento social/emocional, cognição, inteligência, temperamento, capacidade de se vincular a um adulto, função cerebral, anatomia do cérebro, psicopatologia dentre outros.

Foram examinadas mais de 180 crianças e após inúmeras avaliações das crianças envolvidas no estudo, os pesquisadores verificaram que a institucionalização precoce levou a profundos déficits e atrasos nos comportamentos cognitivos (QI) e sócio-emocionais (ex. capacidade de se vincular). Houve uma incidência extremamente elevada de transtornos psiquiátricos e foram constatadas diferenças na atividade elétrica cerebral. Concluindo assim que o acolhimento familiar traz menos danos para as crianças e adolescentes do que a institucionalização.

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